Nessa última semana presenciei um caso de preguiça coletiva. A impressão que eu tive era a de que eu detinha um “monopólio de conhecimento” simplesmente porquê todo mundo teve preguiça de aprender. Isso mesmo. P-R-E-G-U-I-Ç-A!

Todo dia tem uma notícia de jornal, um compartilhamento de facebook criticando o ensino nas escolas, colégios, universidades e afins. Mas e quando a pessoa não quer aprender? E quando essa falta de aprendizado, teoricamente, afeta no bolso dela fazendo com que ela venda menos ou demore mais para fechar uma parceria ou negócio por simples preguiça de não ter aprendido o processo? Como é que faz?

Daí eu juro que eu fiquei me perguntando “Se o cara sentiu na hora, e no bolso, o peso de não ter adquirido um pouquinho mais de conhecimento no cotidiano dele e tá pouco se mixando…o que tu faz pra convencer uma criança ou um adolescente que daqui a 20 anos toda aquela baboseira que ela aprendeu vai fazer algum sentido ou ter alguma utilidade?”. Eu sei que o nosso sistema educacional tem mil e uma falhas, mas a minha principal pergunta é: que tipo de motivação usar? Porquê a mudança só vai acontecer de verdade no momento em que as pessoas, e as crianças, consigam ter um sentido de futuro e realmente enxergarem o motivo de estar onde estão. 

Tá. eu sei que na verdade o “sentido de tudo isso” não é algo realmente claro e palpável. Mas a gente sempre começa por algum ponto. Se conseguirem convencer os jovens de que existe um começo pelo menos, talvez eles sigam um caminho mais cheio de luz e conhecimento.

E quanto ao querido que teve preguiça de fazer algo mais descente…só tenho a dizer que tem tá ganhando sou eu! Pelo menos é nisso que eu quero acreditar, neh?!

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